Chegamos ao segundo trimestre de 2021 e o Mundo continua a ser feito de contrastes e contradições. Assinalam-se os 10 anos sobre o início da guerra na Síria, a maior tragédia humanitária do século XXI, de Moçambique chegam todos os dias notícias dos horrores que se vivem na província de Cabo Delgado (e permitam-me chamar a atenção para a conversa que tive com o escritor moçambicano Mia Couto e que podem seguir nas Conversas Vadias, aqui neste site), enquanto a China continua a sua política de cerceamento das liberdades e, depois do que se passou em Hong Kong, parece ter agora Macau "debaixo de olho", e a liberdade de imprensa naquele território no ponto de mira. O respeito (ou a falta dele) pelos Direitos Humanos continuam, pois, a merecer um constante escrutínio por parte de todos os democratas, sem facilitar. É isso que continuo e continuarei a fazer, no exercício das minhas funções como deputada europeia.

Continuamos juntos.

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20 anos da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia

No dia 7 de dezembro de 2000, o Parlamento Europeu, a Comissão Europeia e o Conselho da União Europeia proclamaram solenemente a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia.  Uma afirmação simbólica marcante de cidadania europeia e um passo decisivo na construção de um espaço comum de Liberdade, Segurança e Justiça. Quis assinalar os seus 20 anos, com a disponibilização  em e-book deste importante documento, para que todos possam conhecer os seus direitos.

#5

A situação em Moçambique

vista por Mia Couto     

 

A situação dramática que se vive no norte de Moçambique foi o ponto de partida para uma conversa (vadia) com o grande escritor Mia Couto. (ver vídeo). 

                                   

#isabelsantosmep #europeanparliament 

Prisão de Navalny é uma afronta à União Europeia

O envenenamento, primeiro, e agora a detenção de Alexander Navalny na Rússia é mais uma demonstração de continuidade de um padrão de perseguição das autoridades russas aos principais opositores de Putin. Esta detenção é uma afronta à comunidade internacional e, em particular, à União Europeia. No plenário do Parlamento Europeu defendi que as autoridades russas devem ser colocadas na listagem de sanções, ao abrigo do recente mecanismo aprovado na UE.

                                   

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Contra a política de extermínio do povo Uigur

Subscrevi, junto a vários outros deputados europeus, uma carta dirigida ao Alto Representante e vice-presidente da Comissão Europeia, Josep Borrel, com um apelo para que a UE proceda a uma forte condenação pública pelo uso que as autoridades chineses têm vindo a fazer de uma política de abortos forçados e esterilizações em massa de mulheres do povo Uigur e de outras minorias muçulmanas existentes na República Popular da China. Uma notícia recentemente publicada no jornal China Daily - o jornal de língua inglesa de maior circulação naquele país - permite concluir que. sob a capa de uma alegada promoção da igualdade de género e de uma nova política de saúde reprodutiva, o governo chinês está empenhado numa campanha que visa verdadeiramente uma tentativa de controlo, senão mesmo erradicação, daqueles povos, em nome de um combate ao "extremismo religioso".

                       

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Pergunta à Comissão sobre apoio a refugiados na Bósnia

 

No passado dia 3 de janeiro, a Comissão Europeia anunciou a atribuição de 3,5 Milhões de Euros para ajudar os refugiados e migrantes na Bósnia e Herzegovina. A situação naquele país é muito grave, com centenas de pessoas afetadas pelo fecho do campo em Lipa e pelo incêndio que ocorreu nesse campo no final de dezembro.

Os 3,5 Milhões anunciados acrescem aos 4,5 Milhões alocados em abril de 2020 e aumentam a ajuda humanitária da UE para refugiados e migrantes na Bósnia e Herzegovina para um total 13,8 Milhões de Euros desde 2018.

Na sequência destas notícias, enviei uma questão por escrito à Comissão Europeia, nos seguintes termos:

Destas verbas, que valores foram transferidos para o governo? E diretamente para a OIM?

Quais os montantes atribuídos directa ou indiretamente às diversas ONG a operar no país?

Que tipo de despesas de acolhimento e apoio aos refugiados foram abrangidas e quais os projectos apoiados?

Quantos refugiados e migrantes foram abrangidos por estes apoios? Qual é o rácio que representa relativamente ao valor por pessoa?

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