Direitos Humanos:

ação, para além de palavras

 

No Dia Internacional dos Direitos Humanos, foi publicado no PÚBLICO on-line um artigo meu sobre essa data e sobre a feliz coincidência de, nessa mesma semana, ter sido aprovado na UE o seu Regime Global de Sanções a Violações dos Direitos Humanos.

Um instrumento semelhante ao que já existe nos Estados Unidos da América, criando uma moldura que permite à UE impor sanções a indivíduos, organismos, entidades públicas e até Estados que possam estar associados a casos graves de violações dos Direitos Humanos. Um passo positivo, mas que não pode ficar pelo papel e exige ação. Foi esse o sentido do meu artigo, cujo link aqui vos deixo.

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#isabelsantosmep #europeanparliament #freedom4Kok

A falta de uma definição clara de algumas das soluções faz antecipar que pouco mudará.

To play, press and hold the enter key. To stop, release the enter key.

Saúdo fortemente a ideia que Biden expressou no seu discurso

de vitória: os EUA devem liderar “pela força do exemplo

e não pelo exemplo da força”.

À escala mundial é esta a mais forte sensação que resulta
da eleição de Joe Biden para Presidente dos Estados Unidos da América (e, não esqueçamos, Kamala Harris para
vice-Presidente). Donald Trump perdeu e com ele perderam os populismos, os nacionalismos, o unilateralismo, e todos
os regimes que agora se convencionou chamar de iliberais,
e que existem até dentro das fronteiras da União Europeia.
É indiscutivelmente uma boa notícia.

Com a derrota de Trump é de esperar que os Estados Unidos regressem ao multilateralismo e às suas alianças naturais, designadamente com este lado do Atlântico. E é muito positivo que esse regresso se possa traduzir no mais breve prazo possível no regresso ao Acordo de Paris e à Organização Mundial de Saúde, como já foi anunciado pelo futuro Presidente americano. E será também um sinal para que a natureza multilateral das Nações Unidas as possa levar a um novo impulso do seu papel à escala mundial.

Finalmente, saúdo fortemente a ideia que Biden expressou no seu discurso de vitória: os EUA devem liderar “pela força do exemplo e não pelo exemplo da força”.

 

PS – Não deixa de ser tão sugestivo quanto lamentável que seja este o momento escolhido pelo PSD e o CDS acolherem o Chega – um partido xenófobo e protofascista - num arco
de governação, nos Açores. Trump foi derrotado nas eleições americanas, mas o trumpismo continua a ser uma ameaça.
E não só nos EUA…